AJUPM | CENTRO DE APOIO AOS POLICIAS MILITARES

PROGRAMA PACTO PELA VIDA

Programa para reduzir violência inclui contratação de 3,5 mil PMs

Junho 06
00:00 2011

O governo do estado lança, nesta segunda-feira (6) o programa Pacto
Pela Vida, que tem o objetivo de reduzir os índices de violência na
Bahia. Além de tentar diminuir as ocorrências de homicídio, o programa
também combate outros crimes contra a vida.

 

"O avanço da droga é uma preocupação (do governo). Não temos que
pensar apenas em redução de homicídios, se não diminuir o tráfico de
drogas no estado", disse o secretário de Segurança Pública, Maurício
Barbosa, em entrevista a uma emissora de televisão, nesta manhã.

 

De acordo com o secretário, o governador Jaques Wagner assinou, nesta
semana, a contratação de 3.500 novos PMs para fazer frente a esses
projetos de combate à violência.

 

"O combate ao crime organizado é muito importante para manter a
segurança e nós já temos mais de dez operações organizadas. É importante
que estamos no início de um projeto de acirramento da segurança em todo
o estado".

Maurício Barbosa afirmou, ainda, os crimes contra agências bancárias também têm preocupado o governo.

 

"Percebemos uma mudança nas quadrilhas, que deixaram de assaltar para
estourar as agências. A utilização de explosivos é nacional. São Paulo,
Pernambuco e a Bahia são os estados que mais sofrem com isso. Mas já
prendemos mais de 50 assaltantes nesses quatro meses (o secretário tomou
posse em janeiro deste ano)".

 

"É importante frisar também o papel dos órgãos federais nesse
combate. Boa parte do armamento pesado vem do exterior licitamente, mas
acaba sendo desviado, como os explosivos, por exemplo, que vêm de
pedreiras. O exército está trabalhando junto com a gente para evitar que
esse material seja desviado".


O último registro deste tipo de crime aconteceu neste domingo (5), quando criminosos explodiram caixas eletrônicos em Aracatu, aterrorizando a população do interior baiano.

O
secretário também disse que o governo está focado em combater a
corrupção dentro da polícia. "É uma das prioridades do nosso plano de
segurança. Queremos alcançar o quanto antes os maus policiais.
Infelizmente, não podemos achar que só o processo administrativo vai
retirar os maus policiais de nosso quadro", explica.

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